3 dicas para escolher o melhor CDB

3 dicas para escolher o melhor CDB

Com os juros lá em cima, as aplicações de renda fixa nunca foram tão populares. Uma delas é o CDB – Certificado de Depósito Bancário –, na qual você empresta dinheiro ao banco e, em troca, ele lhe paga juros. As chances de ter um bom retorno são altas, mas, para tanto, você precisa saber escolher a melhor forma de fazer a aplicação.

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Na hora de contratar, você pode optar por lucros prefixados e pós-fixados. Na primeira, você já sabe quanto ganhará na hora da compra. Na segunda, o rendimento varia e você só descobrirá o quanto lucrou ao final da aplicação. Geralmente os títulos são atrelados às variações do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é uma taxa usada para os bancos emprestarem dinheiro entre si e que costuma acompanhar a taxa básica de juros da economia – Selic. Porém, existem outros três fatores que você deve ficar de olho para garantir um bom rendimento no CDB:

1. Prazo de investimento

Lembra que o CDB nada mais é do que um empréstimo ao banco? Isso significa que, quanto mais tempo a instituição bancária tiver este montante disponível para si, mais vantagens ela obtém. Por isso, elas costumam presentear quem deixa o dinheiro aplicado por mais tempo. Quanto maior o período, melhores são as taxas de retorno.

Existe, ainda, a questão dos custos da aplicação. Não há taxa de administração, mas você deve se preparar para a incidência de Imposto de Renda, que pode variar entre 15% e 22,5%. Quanto mais tempo o montante fica investido, menor o percentual de IR. Além disso, quando o valor permanece aplicado por menos de 30 dias, há cobrança de IOF. Resumindo: quanto mais tempo você deixar o dinheiro rendendo no CDB, melhor.

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2. Tamanho do aporte

Seguindo o mesmo raciocínio acima – CDB é um empréstimo ao banco –, é mais vantajoso para a instituição financeira quando são feitos grandes aportes. Então, quanto mais você aplica, maiores as chances de negociar uma boa taxa de retorno. Muitas vezes, quando se aplica um valor baixo, o investimento acaba não valendo a pena. Se este é seu caso, é recomendado juntar dinheiro no Tesouro Direto por um tempo e, quando tiver uma quantidade razoável, partir para o CDB.

3. Porte do banco escolhido

Você sabia que bancos menores costumam oferecer mais retorno aos investidores em comparação aos grandes? Isso acontece porque eles teriam maior risco de quebrar. Então, para compensar esse risco, eles concedem rendimentos mais interessantes. A boa notícia é que você não precisa ficar com medo dessa falência: os CDBs de todas as instituições bancárias possuem o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre R$ 250 mil por CPF de qualquer investimento neste produto. Logo, sua aplicação estará segura se ela não ultrapassar este valor. Geralmente, é possível ter acesso a esses bancos por corretoras de investimentos, mas vale ficar de olho nas taxas cobradas para intermediar a aplicação. Vale a pena comparar a rentabilidade entre as instituições de diferentes portes e garantir que seu dinheiro se multiplique da melhor maneira possível!

Fotos: Shutterstock

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