3 sugestões para diminuir o impacto dos impostos no bolso

3 sugestões para diminuir o impacto dos impostos no bolso

Desde que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou medidas para aumentar a arrecadação e melhorar o caixa do governo, as pessoas já estão sentindo os reflexos no dia a dia. Em momentos como este, é preciso exercitar a criatividade para mudar os hábitos e reduzir o impacto dos aumentos no bolso.

As taxas mais altas impactam principalmente no preços dos combustíveis, no custo do crédito para pessoas físicas e nos produtos importados, que já estão com valor elevado em função do dólar. O professor de economia da IBE-FGV, Paulo Grandi, reforça a atenção que precisa ser dada ao controle de orçamento e dá algumas dicas que podem ajudar a diminuir as despesas ao fim do mês.

Refeições fora de casa

O aumento dos impostos obviamente afeta a cadeia de serviços, assim como o preço dos produtos. Sendo assim, vale rever alguns hábitos. “Quem tem costume de almoçar fora de casa com a família todo fim de semana, pode buscar outras alternativas. Ainda que a pessoa não abra mão desse lazer, é possível buscar outras opções mais baratas.O comércio sabe desse movimento de aumento e se organiza para isso, oferece mais promoções.

Então é preciso ficar de olho para aproveitar oportunidades mais em conta”, orienta.Os sites que oferecem cupons de desconto são bons para garimpar boas promoções. Neste exemplo específico, é um bom momento envolver a família. Mostrar a importância de buscar alternativas mais em conta, tendo em vista o momento de crise.

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Combustível

A criatividade novamente precisa reinar na hora de escolher as rotas que deverão ser feitas de carro. “Novamente é preciso limitar o supérfluo, de repente escolher uma opção de lazer que não gaste combustível”, recomenda. Neste sentido, é possível pensar no uso da bicicleta com mais frequência ou o transporte público.

No dia a dia algumas pessoas não conseguem deixar de usar o carro, mas podem pensar em usa-lo de um modo mais eficiente. “Vale compartilhar o carro com outras pessoas (para que haja revezamento dos veículos ao longo da semana) ou também trocar o carro por um modelo mais econômico”. Avalie se é possível substituir o automóvel pelo transporte coletivo pelo menos em alguns dias da semana.

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Crédito

O momento pede cautela na hora da compra parcelada. “Toda vez que uma pessoa assume um parcelamento ela precisa saber que está comprando duas coisas diferentes: o produto em si e um financiamento. De repente é melhor deixar o crédito para lidar com algo muito urgente e as compras comuns para o momento em que você tiver o dinheiro à vista para pagar”.

Lembrando que mesmo em situações emergenciais, o compromisso com o crédito deve ser mensurado de acordo com a realidade do orçamento de cada uma. Ele destaca ainda que é imprescindível evitar o uso do cheque especial e o endividamento no cartão de crédito, justamente pelos juros abusivos cobrados pelas duas modalidades.No cartão de crédito, por exemplo, a média é de 11,22% de juros por mês.

Crédito das imagens: Shutterstock

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