4 dúvidas frequentes sobre previdência privada

4 dúvidas frequentes sobre previdência privada

*Post patrocinado pela Caixa Seguradora.

A criação de um plano de aposentadoria é um passo de maturidade para quem tem a intenção de cuidar bem do futuro. E assim como deve acontecer com qualquer outro investimento, antes de fechar o contrato, é necessário tirar todas as dúvidas, das mais simples às mais complexas.

Para ajudar neste processo, pontuamos algumas dúvidas frequentes sobre previdência privada. Desta forma, você tem a tranquilidade de escolher o plano que melhor atende suas necessidades.

Quais são os tipos de planos existentes?

O plano de previdência pode ser do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) ou PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A principal diferença entre os dois está na forma como é cobrado o Imposto de Renda. No caso do VGBL, o imposto incide somente sobre os rendimentos, enquanto no PGBL o IR incide sobre todo o montante aplicado.

O VGBL é mais indicado para aquelas pessoas que fazem declaração simples do Imposto de Renda, enquanto o PGBL é mais vantajoso para quem faz a declaração completa. Isso porque no PGBL é possível deduzir as contribuições em um limite de até 12% da renda bruta anual do contribuinte.

Como acontece a incidência do Imposto de Renda?

Existem dois modelos de tributação: regressivo e progressivo. O plano regressivo serve como incentivo para manter o dinheiro aplicado por um prazo mais longo. Afinal, se estamos pensando em aposentadoria, o ideal é manter o dinheiro aplicado pelo maior prazo possível. As alíquotas diminuem ao longo dos anos, sendo que para um prazo de até dois anos a incidência é de 35%, enquanto o percentual cai para 10% em um prazo acima de 10 anos. Neste link você confere os valores cobrados pela Receita Federal de acordo com o tempo de investimento.

No modelo progressivo, por outro lado, a incidência aumenta ao longo do tempo. Esse modelo é melhor para quem não aplica montantes muito expressivos e precisa do resgate com mais urgência.

Como posso fazer o resgate do dinheiro que aplicar?

Quem investe tem a opção de resgatar todo o montante de uma só vez ou receber benefícios mensais. Os planos são variados e o investidor pode optar por remuneração temporária ou vitalícia. Vale ressaltar que se o investidor tiver interesse em reverter a renda para algum familiar – em caso de morte – é preciso contratar um plano com essa opção. Caso contrário, o benefício é interrompido com a morte do investidor.

Onde o dinheiro dos planos de previdência é aplicado?

 O dinheiro que é colocado no plano de previdência fica sob a responsabilidade de gestores experientes, os quais definem quais são as melhores aplicações. Na hora de optar por um plano, o contribuinte tem a opção de escolher um produto voltado para investimentos mais conservadores, ou mais arriscados. De um modo geral, o dinheiro pode ser usado para compra de títulos públicos e privados, aplicações de renda fixa em geral, e também em renda variável, como ações e câmbio.

Na hora de fechar o seu contrato, não tenha medo de questionar, avaliar os produtos, comparar as opções. A gama de possibilidades é extensa justamente para abranger contribuintes com diferentes perfis. Escolha o melhor para você e não deixe de cuidar do seu futuro!

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Foto: IStock

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