4 perguntas sobre dinheiro que você tem vergonha de fazer

4 perguntas sobre dinheiro que você tem vergonha de fazer

Este pode não ser o assunto mais divertido, mas todo mundo precisa falar de dinheiro. Afinal, a maioria das suas obrigações estão ligadas a finanças: pagamento de impostos, contas mensais, financiamentos, compras… E para cada uma dessas obrigações, podem surgir dúvidas, é normal.  O que não vale é passar a vida inteira sustentando estas dúvidas por medo ou vergonha de fazer perguntas.

É importante entender o que se paga e porque se paga, além de conhecer boas estratégias para fazer seu dinheiro render para que seus sonhos se realizem. E com certeza um de seus sonhos não é ficar no vermelho enquanto tenta desvendar cálculos!

O Finanças Femininas tem a missão de ajudá-la a conquistar sua independência financeira e tornar esse assunto muito mais fácil de ser conversado. Então aqui estão as respostas para quatro perguntas muito comuns sobre dinheiro, mas que você provavelmente não perguntava pois tinha vergonha. E não se esqueça que, com a gente, não precisa se acanhar. Continue perguntando!

Quando (e como) devo começar a guardar para a minha aposentadoria?


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Desde a sua primeira assinatura na carteira de trabalho, uma parcela do seu salário é descontada para que, futuramente, o Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, possa devolver com o pagamento da aposentadoria.

Mas, para não depender do órgão e das leis trabalhistas para a aposentadoria por meio do sistema público, é preciso começar a o planejamento desde cedo. Quanto mais tempo tiver para fazer seu pé de meia, melhor.

É possível ter uma aposentadoria confortável por meio de investimentos, compra de títulos do governo ou da previdência privada.

Leia mais: Saiba como garantir uma renda extra para a aposentadoria

O que é imposto de renda e quando devo declarar?


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É um valor anual descontado do rendimento do trabalhador ou de uma empresa, e pago ao governo federal. Para o trabalhador, o imposto cobrado é o IRPF (Imposto de Renda sobre Pessoa Física) e deve declarar quem possui rendimento anual superior ao valor mínimo de R$ 26.816,55, definido pelo governo. Há outras condições que tornam a declaração obrigatória, confira no site da Fazenda se você se encaixa em alguma delas.

Leia mais: Tudo sobre a declaração do Imposto de Renda

Continue a ler a matéria na próxima página!

Tesouro, poupança… Onde devo investir meu dinheiro?


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O Tesouro funciona como um empréstimo ao governo. Você compra um título da dívida pública e depois de um prazo de vencimento do papel, o governo te paga de volta com juros. Enquanto o seu dinheiro está “emprestado”, o governo o utiliza para financiar gastos. Não é possível comprar um papel de tesouro por conta própria, para isso é preciso procurar uma corretora.

Já a poupança não tem essas amarras. Basta abrir uma conta no banco e depositar a quantia que quiser todos os meses esperando também que haja rendimento com a mesma periodicidade. É possível retirar o dinheiro quando quiser. Embora seja mais popular e mais fácil, a poupança não é melhor forma de valorizar o seu dinheiro.

A aplicação da poupança não é assegurada pelo governo. O lastro da poupança é, na verdade, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Logo, no caso de quebra da instituição financeira, o FGC pode cobrir até R$ 250 mil por CPF.

Além disso, 2015 não foi um ano rentável para investidores que utilizaram a poupança. Segundo dados da consultoria Economática, na comparação mensal com a inflação no mês de novembro, o resultado da aplicação é de 0,38% a menos. Próximo ao fechamento de dezembro, o rendimento da poupança acumulado em 12 meses era de 8,07%, enquanto a inflação já superava 10%. Ou seja, a aplicação não garantia nem o poder de compra da população.

Considerando o ano difícil para a poupança, as taxas de rentabilidade do Tesouro são maiores que as da poupança.

Leia mais: Vale a pena manter a poupança com juros em alta? 

É melhor comprar ou alugar um imóvel?


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A compra de um imóvel pode gerar as prestações mais longas e caras de sua vida, por isso, é necessário um planejamento financeiro minucioso antes de tomar esta importante decisão. Do lado positivo, tem a liberdade para reformar e modificar a casa do jeito que você quiser e também a estabilidade de ter o seu próprio lar.

Por outro lado, alugando um imóvel, é mais fácil de entrar e sair quando precisar, além de não precisar de um investimento grande e de longo prazo para morar.

Tendo ponderado os prós e contras, hora de colocar os números no meio da decisão e fazer as contas. O valor gasto com o aluguel deve ser equivalente a 0,6% do valor da casa ou apartamento que você tem em vista. A recomendação é que você não comprometa mais do que 30% da sua renda total (líquida) pagando o aluguel.

Leia mais: O que vale mais a pena: comprar ou alugar?

Foto: Shutterstock

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