6 dicas para frear o consumismo das crianças no Natal

6 dicas para frear o consumismo das crianças no Natal

Não tem jeito: basta nos aproximarmos do Natal que a onda de “mamãe eu quero” volta firme e forte. É comum aproveitarmos a data para levar as crianças no shopping para ver o Papai Noel e, quando menos esperamos, lá vem mais um pedido de brinquedo ou roupa – sem falar no bombardeio da publicidade voltada para os pequenos. Essa talvez seja a época do ano com o maior apelo consumista. Porém, cabe aos pais não apenas frearem o consumismo infantil, mas, também, usarem a oportunidade para darem boas lições de educação financeira. Inspiradas pelo Instituto Alana e seu projeto Criança e Consumo, elaboramos uma lista de atitudes que os pais podem tomar para frear os desejos de consumo típicos da época.

1. Peça que elas façam uma lista de desejo

As crianças mudam de ideia toda hora. Por isso, ao pedir para elas formalizarem seus desejos, você as levará a pensar com carinho no que elas realmente querem. Como elas não costumam ter muita noção de preços, com certeza alguns presentes serão mais baratos que os outros. Desta forma, você poderá escolher um que não pesará tanto no bolso. Apenas deixe claro que você não comprará todos os itens da lista, para que ela não crie expectativas. Todos saem ganhando!

2. Mostre a magia do Natal além do consumismo

Essa é a oportunidade perfeita para mostrar à criança que as melhores coisas da vida não podem ser compradas – e isso fará dela um adulto muito mais equilibrado. O passeio no shopping para tirar a foto com o Papai Noel pode ser divertido, mas é preciso saber que neste ambiente ela estará muito mais exposta ao apelo consumista e terá maior desejo de comprar. Por isso, se essa for a única opção de diversão, ela poderá atrelar o lazer ao consumo desde cedo. Que tal levá-la para brincar ao ar livre?

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3. Diminua a exposição das crianças à publicidade

Quanto mais tempo assistindo TV ou navegando na internet, mais elas sofrerão com o assédio mercadológico, já que estes meios estão repletos de publicidades que incentivam o consumismo infantil. Infelizmente, as empresas adotam diversos artifícios, como atrelar seus personagens favoritos a um determinado produto. Passa-se a falsa ideia de que elas não farão parte do grupo de amiguinhos se não tiverem aquele item, e isso é extremamente prejudicial para seu desenvolvimento.

4. Seja transparente

Com o apelo da publicidade e a pressão social dos amiguinhos, é natural que o pequeno queira tudo e mais um pouco. Contudo, é papel dos pais frear o consumismo e dizer que não é possível comprar tudo o que ele deseja. Essa é a hora perfeita para explicar que dinheiro não é infinito. Use uma linguagem clara e adequada à faixa etária para explicar que alguns pedidos excedem o orçamento familiar. Assim, ele entenderá melhor o valor do dinheiro.

5. Não ceda às birras

As crianças podem ser muito insistentes quando querem algo e é tentador ser vencida pelo cansaço ou piedade. Porém, o “não” tem um grande valor na educação infantil. É ele que impõe limites e os ensina a lidar com frustrações futuras – e isso faz parte de seu processo de amadurecimento. Então, seja firme e mantenha sua postura.

6. Dê o exemplo

De nada adianta tentar frear os impulsos consumistas de seus filhos se você mesma não resiste aos seus e vive chegando em casa cheia de sacolas. Lembre-se que as crianças aprendem por exemplo e seja coerente.

Quer mais dicas? Então, assista esse vídeo, onde a Carol Ruhman Sandler conta como frear o consumismo infantil com base em sua própria experiência como mãe.

Fotos: Shutterstock

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