Como funciona a guarda compartilhada

Como funciona a guarda compartilhada

A guarda do seu filho tem sido motivo de problemas? O pessoal do ISeparei fala um pouco sobre guarda compartilhada e o que é melhor para a formação e bem-estar da criança. 

O crescente número de pais que, apesar da separação, pretende continuar a participar ativamente da vida dos filhos estimulou a criação da lei da Guarda Compartilhada – Lei Nº 13.058/2014 – que estabelece que o tempo de convivência com os filhos seja equilibrado entre o pai e a mãe separados. A criança mora com apenas um deles mas ambos são igualmente responsáveis pelas decisões a respeito da criação e educação dos filhos. Para este fim, é fundamental que haja diálogo e um bom relacionamento entre os pais.

Sem dúvida a nova Lei traz uma mudança de cultura: pai também tem direito, e obrigação, de participar da vida dos filhos sempre, não só em finais de semana alternados. Inúmeros estudos comprovam a importância  para os filhos de terem pai e mãe presentes, proporcionado maior segurança. O pai e a mãe têm papéis distintos na criação e estabilidade dos filhos; um não substitui o outro. São muitos os casos em que fica evidente que o conflito é entre o ex-casal e que usam os filhos para atingir um ao outro, sabendo que esse, possivelmente, é o único vínculo que restou entre eles.

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A “Guarda Compartilhada” não deve ser confundida com a “Guarda Alternada”. Nesta última, como o próprio nome indica, há uma alternância de moradia, a criança mora parte do tempo com o pai e parte com a mãe (geralmente períodos iguais). Esse arranjo não é o mais recomendável, posto que os psicólogos enfatizam a necessidade das crianças terem uma casa fixa que seja sua referência. Esse tipo de guarda também confunde os filhos: pais separados dificilmente terão os mesmos valores, regras e expectativas.

Seja lá qual for o motivo da separação, dar a volta por cima é necessário e possível. É preciso racionalizar e não deixar que a mágoa entre os ex-parceiros seja maior que o amor para com os filhos. A melhor escola não garante a melhor educação, o melhor exemplo sim.  Pai não visita filho, pai participa, pai educa.

Precisava de lei para dizer isso?

Ficou com alguma dúvida? Escreva para gente! iseparei@gmail.com

*A empresária Thais Mucher e a advogada Dra Eugênia Zarenczanski conversam diretamente com mulheres que estão passando pelo fim de um relacionamento. Além de dicas e reflexões que dão apoio emocional e conforto psicológico, trazem também conselhos legais para auxiliar de forma prática.

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