Dicas para gastar menos com a ceia de Natal

Dicas para gastar menos com a ceia de Natal

O Natal está chegando e você deve estar quebrando a cabeça para definir o cardápio da ceia e uma forma de não sair no prejuízo com as compras! Já falamos sobre algumas maneiras de deixar a festa mais barata, mas desta vez vamos focar somente na ceia natalina. Muitas vezes as pessoas acabam preocupando-se mais com os presentes, por acreditarem que são as principais fontes de despesa nesta época do ano.

O problema é que a conta do supermercado pode ficar tão pesada quanto os presentes (ou até mais cara!), caso não seja feito um planejamento adequado. Se possível, reúna todas as pessoas que tiverem a presença confirmada  – é preciso ter certeza do número de pessoas para saber ao certo o que será preciso comprar – e elabore um cardápio em conjunto. Estabeleça um limite para os gastos e estipule um valor para cada um pagar.

Por exemplo, se você pretende receber dez pessoas em sua casa, se cada um contribuir com R$ 50, já são R$ 500 para cuidar da ceia, dá para montar o cardápio do prato principal, da sobremesa e ainda comprar as bebidas! É claro que os valores e o número de pessoas que vão contribuir são critérios que vão depender da sua avaliação. Feita a conta, o ideal é centralizar a compra dos ingredientes em uma só pessoa. Você também pode optar por dividir entre as pessoas as responsabilidades sobre o que levar para a ceia, mas dessa é forma é mais provável que as compras acabem saindo mais caras para todos.

Ingredientes

Nesta época do ano, é comum aparecerem nas gôndolas dos supermercados alguns produtos típicos do Natal (panetone, frutas cristalizadas, chester, etc). Obviamente, todos eles com preços nas alturas e subindo um pouco mais a cada dia, até a chegada do dia 25.

Uma boa dica para reduzir os custos da sua ceia é propor um cardápio alternativo. Que tal trocar o peru ou chester natalino por uma carne bovina? Por não serem considerada uma carne típica para esta época do ano, ela costuma sofrer menos alterações do que aves e suínos, por exemplo. A comprovação de que os produtos típicos ajudam a encarecer a conta está em levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o qual apontou que a carga tributária dos produtos consumidos no Natal chega a 59%.

Agora, se a família não abre mão ter uma carne típica na mesa, tente ir substituindo os demais ingredientes sazonais, como as frutas oleaginosas (nozes, amêndoas, avelã, etc).

Pesquisa

Abuse da sua paciência e pesquise bastante antes de concluir a compra. Se tiver muitas opções de supermercados próximos à sua casa ou no trajeto que você costuma fazer diariamente, considere fazer a compra em mais de um estabelecimento, optando pelos produtos mais baratos de cada local. Pode ser trabalhoso fazer isso, mas coloque os preços no papel e verá que a economia feita será suficiente para repor suas energias!

Fique de olho nas promoções anunciadas nos panfletos que normalmente são distribuídos pelos supermercados. Caso encontre preços vantajosos, guarde a propaganda até o dia da compra, para garantir o preço anunciado. Se houver alguma diferença, procure o gerente e faça valer seus direitos como consumidora.

Qualidade dos produtos

Encontrar prateleiras bagunçadas, produtos com embalagens estragadas e até mesmo mercadorias vencidas para venda não é cena incomum nesta época do ano. A correria das festas natalinas deixa os supermercados lotados e muitos varejistas aproveitam para desovar até mesmo a parte ruim do estoque. Para evitar um prejuízo, é preciso redobrar a atenção.

Fique mais atenta ainda na hora de passar as compras no caixa. Seja por descuido ou má fé do estabelecimento, o aumento expressivo de clientes também faz aumentar as chances de erros na conta, como o mesmo produto cobrado mais de uma vez. Diferenças entre o preço anunciado na gôndola e o cobrado no caixa também são comuns, por isso preste muita atenção a cada produto que estiver passando pela esteira.

 

E agora, já sabe como reduzir as despesas com sua ceia? Conte para nós a sua experiência!

 

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