Dinheiro compra felicidade?

Dinheiro compra felicidade?

Quando alguém fala aquele ditado de que “dinheiro não traz felicidade”, há quem concorde, mas outros logo vão retrucar com alguma resposta como “se não traz para você, deposite o seu na minha conta bancária e viva feliz”. Apesar de estar no comum, você já parou para pensar se o dinheiro lhe traz felicidade verdadeira?

Bom, apesar da subjetividade da resposta de cada uma, o fato é que o dinheiro pode lhe trazer bem-estar, e a garantia disso pode lhe proporcionar dias mais felizes. A questão, na verdade, não é o dinheiro, mas o que você entende por felicidade.

Independente do quanto entra em sua conta bancária a cada mês, de que forma o dinheiro satisfaz as suas vontades? Como você equilibra seus desejos de curto e longo prazo?

A falta de planejamento é o que pode tornar verdadeiro o ditado sobre a grana não proporcionar momentos felizes. Veja bem a diferença, suponhamos que você ganhe um salário de R$ 4 mil e use o dinheiro para bancar apenas as suas despesas. Com cerca de R$ 2.500 você banca suas despesas fixas e o restante do dinheiro fica livre em seu bolso. Com essa grana disponível todo mês, você adquire o hábito ruim de deixar-se levar por cada liquidação que encontra em seu caminho.

No momento em que sai da loja, seu astral está lá em cima e você não vê a hora de usar tudo que levou para casa. Mas a euforia dura pouco e seu quadro é o seguinte: despesas pagas, um armário cheio de coisas que nem sempre você explora ao máximo e a rotina sempre do mesmo jeito. Quando vê algum imóvel à venda, o anúncio de uma viagem internacional super bacana ou mesmo um carro novinho, vem um pensamento quase automático: “queria ter dinheiro para ter meu apartamento/fazer uma viagem dessas/comprar um carro para mim”. Ou seja, bate a frustração por não ter em vista os objetivos de longo prazo.

dinheiro x felicidade

O quadro poderia ser diferente se com o mesmo salário você estivesse separando uma reserva a cada mês para buscar metas maiores. De certa forma, o imediatismo do consumo faz o nosso dinheiro perder o valor. Pense bem, ao acabar de quitar um apartamento, você certamente sentirá orgulho de si mesma, dará valor ao quanto foi difícil trabalhar duro e planejar-se para alcançar aquela meta. Mas pense em quantas vezes você sentiu orgulho de si mesma ou avaliar todas as peças que entraram em seu armário. Entende a diferença? Essa felicidade passageira faz com o que o dinheiro torne-se mais banal.

A questão não é viver somente de sacrifícios para alcançar grandes metas, mas ponderar e equilibrar as despesas para melhorar a qualidade de vida. De nada adianta trabalhar loucamente se no fim das contas o dinheiro só servir para pagar dívidas. Não importa o tamanho do seu salário, as cifras sempre serão insuficientes se você não souber equilibrar seu padrão de vida e a forma como direciona seus gastos e organiza seus investimentos!

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