“Estou pronta para começar a investir?”

“Estou pronta para começar a investir?”

Vivemos em um mundo muito dinâmico, mas ainda cheio de tabus. Para muitas pessoas, os investimentos fazem parte somente de uma pequena parcela da sociedade. Prova do “pé atrás” que os brasileiros costumam ter quando o assunto é investir, é o conservadorismo da população.

Ser conservador não é ruim, é simplesmente um perfil de investimento. A questão é que há de se reconhecer que isso leva a um raciocínio: se a maior parte da população é conservadora na hora de investir, é porque uma fatia maior de pessoas não está disposta a aceitar grandes flutuações em suas aplicações, ou seja, a maioria não gosta de arriscar-se demais.

Até ai tudo bem. Em alguns momentos, ser conservador pode ser bem mais prudente do que aplicar em ativos com maior nível de risco, principalmente em momentos de instabilidade política. Mas e quando o medo de correr o risco acontece por falta de conhecimento?

como preparar-se para investir?

Cultura

Se você fizer uma pesquisa informal, entre parentes e amigos, vai notar que grande parte das pessoas que investem – quando investem – optam pela caderneta de poupança ou pelo título de capitalização, que nem pode ser considerado um investimento. Todo mundo sabe que o retorno é reduzido. Em períodos de inflação alta então, é como se você estivesse guardando dinheiro embaixo do colchão.

Em contrapartida, as pessoas não têm o menor medo de correr riscos na hora de usar descontroladamente o cartão de crédito e assumem dívidas enormes, que crescem um pouco mais a cada dia com os juros que são cobrados pelos bancos e operadoras.

Com toda essa inversão de valores, fica a dúvida:  quem está apto a investir? A resposta é simples: qualquer pessoa, desde que ela busque conhecimento. Estudar bem os instrumentos financeiros disponíveis no mercado pode ser a melhor saída para buscar alternativas à aposentadoria do INSS, buscar aplicações que rendam mais que a poupança ou mesmo garantir um imóvel com mais facilidade do que por um financiamento tradicional.

Infelizmente as pessoas não recebem uma boa base de educação financeira ainda quando novas, na escola. As lições de matemática incluem matérias que serão úteis para uma minoria, mas abordam de maneira muito rasa o relacionamento com o dinheiro e as formas de aplicá-lo. Sendo assim, quem se interessa por investimentos precisa batalhar para adquirir conhecimento.

Escolha de aplicações

Como dissemos acima, ser conservadora, moderada ou agressiva na hora de investir é uma questão que vai de acordo com a personalidade de cada pessoa. O importante é conhecer bem os instrumentos que escolher para aplicar o dinheiro e ter uma boa leitura da conjuntura econômica para fazer cada investimento.

Para quem acha que o mundo financeiro é um bicho de sete cabeças, que tal dar os primeiros passos com auxílio de um planejador financeiro e buscar alguns cursos para desmitificar toda essa ideia? Seguem aqui algumas dicas!

 

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