Guia: como escolher um empréstimo mais barato?

Guia: como escolher um empréstimo mais barato?

Se estar endividada já é ruim, imagine, então, recorrer ao empréstimo errado para tentar sair da situação. Esse cenário é mais comum do que se imagina. Para que se tenha ideia, em setembro deste ano, 58,2% das famílias brasileiras estavam devendo, sendo 76,5% por causa do cartão de crédito. É muita gente, não é mesmo? Isso acontece porque é muito fácil contrair uma dívida nessa modalidade de crédito, assim como no cheque especial – basta sair gastando no piloto automático. Porém, fica aqui um mantra para sua vida: quando a esmola é demais, o santo desconfia. Basicamente, quanto mais fácil for conseguir um crédito, pode ter certeza que mais caro ele sairá.

A boa notícia é que existem empréstimos caros, mas também existem os empréstimos mais baratos. Calma, a gente explica: enquanto alguns trazem taxas de juros altíssimas, outros oferecem condições mais amigas. Ao escolher sabiamente a modalidade de crédito, você pode quitar suas dívidas sem maiores dores de cabeça. Veja só o que considerar.

Taxa de juros

O primeiro passo a ser dado ao procurar um empréstimo é pesquisar as diversas taxas de juros disponíveis no mercado. As instituições financeiras usam a taxa Selic como base do cálculo – então, quanto mais alta ela estiver, mais salgados serão os juros. Por isso, você também precisa considerar o cenário da economia nacional ao contratar crédito. Não tenha preguiça de acompanhar o noticiário, nem de pesquisar as taxas nas instituições. Porém, saiba que os juros não são o único fator a ser levado em consideração. Isso porque algumas instituições financeiras podem até baixar essa taxa, mas, em contrapartida, aumentar o CET.

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CET

Sigla para Custo Efetivo Total, diz respeito a todas as taxas e encargos que você pagará ao contratar um empréstimo – incluindo os juros, tributos, seguros e tarifas. Elas nem sempre ficam claras no ato da contração, então, todo cuidado é pouco. Ao observar o CET, você não cairá na lábia dos bancos. Vale a pena comparar os números entre as instituições financeiras, pois só assim você terá convicção de ter escolhido o empréstimo mais barato possível.

Ajudinha tecnológica

Sabemos que bater perna para pesquisar juros e CETs pode ser bem trabalhoso. Mas, felizmente, existem ferramentas que podem ajudá-la nessa tarefa.

GuiaBolso: além de cuidar das finanças pessoais, o aplicativo ainda conta com a funcionalidade “Comparador de Taxas”, o qual permite que a usuária simule taxas de empréstimo de alguns bancos, saber qual será o valor das parcelas, prazos e juros.

Lendico: o site oferece uma simulação de empréstimo pessoal e permite que você solicite uma proposta ali mesmo. O mais bacana é que essa ferramenta costuma oferecer taxas mais amigas do que as praticadas no mercado. Isso acontece porque a empresa não tem lojas físicas, tendo menor custo operacional – portanto, tem menos despesas para repassar ao consumidor, ao contrário de bancos.

Fotos: Shutterstock

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