Inflação: energia elétrica puxa aumento dos preços em maio

Inflação: energia elétrica puxa aumento dos preços em maio

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, ficou em 0,31% em maio. O resultado mais que dobrou em comparação a abril, quando havia ficado em 0,14%. Apesar da alta, essa é a taxa mais baixa para o mês desde 2007.

O resultado acumulado do ano está, agora, em 1,42% – muito inferior aos 4,05% registrados no mesmo período do ano passado. Considerando os últimos 12 meses, o IPCA está em 3,06% – menor taxa em 12 meses também desde maio de 2007.

Confira os grupos de produtos que tiveram elevação e queda nos preços no mês passado. Acompanhar a evolução da inflação pode ser uma importante medida para proteger o seu bolso.

O que ficou mais caro

Habitação foi o grupo com maior impacto sobre a aceleração da inflação em maio, com alta de 2,14%. Isso se deveu, principalmente, ao aumento no preço da energia elétrica que, sem o desconto praticado em abril, subiu 8,98%. Ainda nesse grupo destacam-se condomínio, com alta de 0,75%, e taxa de água e esgoto, 0,50%.

Vestuário (0,98%), Despesas Pessoais (0,23%) e Educação (0,08%) também apresentaram alta.

Saúde e Cuidados Pessoais (0,62%) e Comunicação (0,09%) subiram, mas com desaceleração em relação a abril. Os remédios também se destacam entre as altas, com aumento de 0,82% – reflexo do reajuste anual que começou a valer a partir de 31 de março. No acumulado do ano, esse item já acumulou alta de 3,92%.

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O que ficou mais barato

Transportes foi o grupo que mais apresentou queda em abril, com redução de 0,42%. Essa baixa se deve, principalmente, às passagens aéreas, que ficaram 11,81% mais baratas. Também caíram os preços dos automóveis (-0,85%) e do litro do etanol (-2,17%). Gasolina, por outro lado, subiu 0,33%.

No grupo Alimentação e Bebidas houve baixa de 0,35% – puxada pelos alimentos de consumo em casa, que ficaram 0,56% mais baratos.

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Entre os itens que ficaram mais baratos, destacam-se: frutas (-6,55%), óleo de soja (-6,30%), cenoura (-5,86%), feijão-fradinho (-4,45), feijão-preto (-3,66%), tomate (-3,14%), açaí (-3,04%), hortaliças (-2,51%), pescado (-2,31) e açúcar refinado (-2,18%).

Já entre os que ficaram mais caros, estão: cebola (7,67%), batata-inglesa (4,28%), alho (3,44%), feijão-carioca (3,29%), chocolate em barra e bombom (2,75%), leite longa vida (1,87%) e pão de forma (1,44%).

Por fim, o grupo Artigos de Residência também apresentou redução nos preços, de 0,23%.

 

Fotos: Shutterstock

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