Mulher de negócio: do mundo corporativo ao empreendedorismo

Mulher de negócio: do mundo corporativo ao empreendedorismo

As mulheres desempenham um papel no mercado de trabalho tão determinante quanto os homens, o que ainda falta é o fortalecimento de uma cultura que entenda as necessidades e especificidades do público feminino. Este pensamento diz muito sobre a trajetória traçada pela publicitária Carolina Rezende, uma das sócias do site Mulher de Negócio.

Experiente tanto no mercado corporativo quanto no meio empreendedor, ela avalia que falta ainda no mercado, de uma maneira geral, a sensibilidade para entender as necessidades das mulheres em diferentes momentos de vida.

“Falta iniciativa para receber a mulher neste novo momento de ponderar a vida pessoal e profissional. Nem sempre a mulher quer só pensar em carreira, ela quer focar no equilíbrio. Para que a mulher possa dar todo o seu potencial de entrega, para estar bem no ambiente de trabalho, ela precisa estar bem com uma série de coisas. Precisa saber se o filho está indo bem na escola, precisa de tempo para se aperfeiçoar na carreira. Falta ainda às empresas identificarem melhor esse perfil”, explica.

Trajetória

O amadurecimento profissional da publicitária veio no mercado corporativo. Antes mesmo de estudar comunicação, começou a trabalhar como vendedora em shoppings, posteriormente trabalhou na Telecom e na UNICEF – empregos que corresponderam a um período de aproximadamente 15 anos em sua carreira.

Foi então que veio a gravidez e sua percepção de futuro mudou. “Estava em um trabalho que não me trazia mais a mesma realização de antes, não queria perder certos momentos da vida do meu filho. Resolvi começar a trabalhar de casa, tomei essa decisão em um momento de maturidade profissional, então foi uma decisão mais tranqüila”, conta.

Inicialmente, ela passou a prestar serviços como publicitária a empresas menores, que queriam um trabalho de qualidade na apresentação da empresa, mas não tinham condições de arcar com os custos de uma agência de publicidade. Como a demanda pelo serviço era grande, ela viu ali o seu potencial como empreendedora. Esta foi a porta para o surgimento do Mulher de Negócio.

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Visão empreendedora

O primeiro passo foi a criação de um grupo no facebook, no qual abordava questões relacionadas a empreendedorismo feminino. O sucesso foi tanto que em poucos meses o assunto foi abordado no DFTV, o grupo virou uma fanpage e logo nasceu o site.

“O trabalho tem uma importância muito grande porque elas percebem que não estão sozinhas”, diz. No site, ela aborda conteúdo sobre técnicas de venda, gestão, comportamento empreendedor e, por fim, mostra através do exemplo de outras empreendedoras que o caminho do sucesso é trabalhoso, mas que é possível. Os passos com o conteúdo tem gerado boas perspectivas. A partir do próximo ano, ela pretende transformar o Mulher de Negócio em uma escola de empreendedorismo.

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Karina Alves

Jornalista e editora de conteúdo do Finanças Femininas. Já trabalhou em jornais impressos, online, rádio e com produção. Tem fascínio pela junção entre economia e psicologia, procura explorar cada vez mais esse universo e busca usar esse aprendizado para ajudar as pessoas a levarem uma vida financeira mais saudável! Contato pelo karina@financasfemininas.com.br

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