Não caia na cilada de usar crédito como fundo de emergência!

Não caia na cilada de usar crédito como fundo de emergência!

Quem acompanha sempre o Finanças Femininas sabe da importância de manter um fundo de emergência. Afinal, a gente precisa se preocupar em se manter bem, mas sem deixar de se preparar para uma situação inesperada. O grande problema é que muita gente acaba dando mais prioridade para a reserva que faz para as coisas prazerosas da vida (o dinheiro a mais para a festa de aniversário, para a viagem de fim de ano, entre outras coisas), e não dá tanta atenção para o que fazer na hora de um eventual aperto.

Nesses casos, um tiro no pé ainda mais sério pode acabar acontecendo: usar o cartão de crédito ou o cheque especial para cobrir o gasto surpresa. Na hora do desespero a gente não faz a conta do que está fazendo, simplesmente lançamos mão do dinheiro mais acessível. Fazer isso é o mesmo que colocar uma corda no pescoço. Pense bem: o dinheiro do crédito provavelmente vai cobrir a sua despesa, mas aquele dinheiro não é seu, já pensou em como vai pagá-lo?

Com uma reserva à parte para as emergências, você vai precisar se preocupar somente em repô-la mais adiante. Agora, se a situação crítica for coberta pelo crédito, você se livrou de um problema adquirindo outro, que dessa vez vem acompanhado de juros bem gordos!

não use crédito como fundo de emergências

Mau hábito

Em algum momento você já deve ter ouvido a sua avó te ensinando o ditado de que “o uso do cachimbo deixa a boca torta”, ou coisa parecida. O uso do crédito nas situações emergenciais é um bom exemplo de que você deveria ter prestado atenção no que ela disse (ou pelo menos perguntado o que o ditado significava!).

Quando a gente se acostuma a usar o cartão para pagar todas as nossas despesas, acaba se habituando com “dinheiro fácil”, que na verdade é ilusório. Mantenha sempre em mente que, por mais tentadora que seja a opção de poder usá-la quando quiser, aquela grana não é sua. Usando essa facilidade perigosa, você também acaba perdendo o estímulo de juntar dinheiro.

E se já é difícil manter as faturas em dia pagando apenas as coisas do dia-a-dia, imagina se essa dívida for fruto de uma emergência, que é impossível prever quanto vai custar? Por exemplo, se você ou um parente próximo precisam de uma cirurgia urgente, que não faz parte da cobertura do plano de saúde, a conta no hospital com certeza não vai ficar barata. Pagar essa despesa com dinheiro do crédito significa acrescentar boas cifras a mais do que foi estipulado, tendo em vista que essa grana vai lhe custar mais caro, considerando os juros.

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Necessidade do dinheiro

Prova de que o crédito não deve ser considerado uma opção para um fundo de emergência é o fato de que, em algumas situações, você nem vai conseguir usá-lo. Determinadas emergências dependem de dinheiro vivo ou mesmo do pagamento de uma quantia elevada à vista.

Para pagar alugueis atrasados, por exemplo, não adianta sacar cartão de crédito, correto? Nessas situações, você vai se ver forçada a pegar empréstimo para pagar o valor. Se o dinheiro for emprestado pelo cartão, nós voltamos ao problema que descrevemos logo acima.

Já sabe o que fazer para manter um fundo de emergências? Conte para nós! 

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