5 coisas com as quais a nova geração de mulheres não gasta dinheiro

5 coisas com as quais a nova geração de mulheres não gasta dinheiro

Geração da internet, Geração Y, Geração do Milênio… O termo escolhido pelos sociólogos para os jovens de 20 e poucos dos dias de hoje pouca importa perto da definição que é dada a este grupo. Eles cresceram junto com a tecnologia e lidam com o trabalho num ritmo diferente – normalmente mais rápido e criativo – em comparação aos das gerações passadas. Ansiosas por novas conquistas, as mulheres desta geração são mais confiantes no trabalho e também mais seguras quanto ao seu dinheiro.

A pesquisa The female millennial: A new era of talento, publicada em março deste ano pela PwC, entrevistou mulheres nascidas entre 1980 e 1995 em 79 países diferentes e constatou que 31% das mulheres milênio deixam seus empregadores quando percebem que não há chances de avançar na carreira e somente 4% saem por estarem preocupadas em não conciliar o trabalho na empresa com as obrigações com a família e a casa.

No Brasil, a atribuição de tarefas domésticas para o sexo feminino é o principal obstáculo para o crescimento delas no mercado de trabalho, mas há também um percentual considerável de mulheres que sabem dar valor ao seu dinheiro e que influenciam sua família ao fazer o mesmo. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de mulheres que chefiam a família cresceu mais do que quatro vezes nos últimos dez anos.

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Nada como ter o poder de quebrar aquele estigma de que as mulheres não sabem controlar os gastos ou cuidar de finanças, não é mesmo? Pensando nessas mulheres poderosas, listamos as atitudes que elas já tomam (e também que todas deveríamos tomar) para economizar. Para algumas coisas, a mulher milênio simplesmente não abre a carteira, pois sabe que não precisa.

Veja a lista na próxima página!

1. TV paga

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A mulher milênio sabe que mil canais pagos significa não ter nada para assistir e uma fatura alta de TV a cabo para pagar. E esta conta só tende crescer depois que 15 Estados do país decidiram aumentar as alíquotas de ICMs sobre este serviço, o que significa que o valor do imposto cobrado aos assinantes no Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima e Tocantins e no Distrito Federal, subirá de 10% para 15% a partir de janeiro de 2016.

Mas há algum tempo a aposta da nova geração está nos serviços de streaming de filmes e séries, que custam muito menos do que a TV a cabo e ainda permitem personalização com opções de criar listas de favoritos ou daqueles títulos que você quer assistir quando tiver tempo. Com as versões em aplicativos, o conteúdo pode ser acessado por notebooks, celulares e tablets… Assim dá até para economizar energia tirando a televisão da tomada.

2. Assinaturas desnecessárias

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A mulher milênio não paga por serviços e assinaturas que não utiliza. Pra quê receber um jornal em casa todos os dias se você utiliza muito mais o celular? Uma assinatura virtual ou mesmo uma newsletter por e-mail é o suficiente.

3. Telefone e internet

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Pagar longas contas de telefone é coisa do passado. Whatsapp, Facetime e outros aplicativos estão aí para conectar a mulher milênio com qualquer pessoa; de familiares distantes até com o chefe para tratar daquele assunto urgente. Como consumidora, ela sabe buscar os melhores e mais baratos planos e aparelhos para não ficar sem comunicação.

Continue a ler a matéria na próxima página!

4. Marcas que não as representam

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Um estudo realizado pela Think Eva que avaliou a relação entre Mulher e Mídia concluiu que as mulheres estão cansadas de serem mal representadas por estereótipos nos anúncios e, por isso, não buscam por marcas que mostram premissas machistas em suas propagandas. Elas querem ver inteligência (86%) e independência (82%) como características femininas em personagens da publicidade.

Isto pode ser um aviso às marcas de cerveja, por exemplo, que são grandes reprodutoras dos estereótipos femininos. Segundo pesquisa do Sophia Mind, entre as mulheres que bebem alguma bebida alcoólica, 88% bebem cerveja e 38% delas bebem, pelo menos, uma vez por semana.

5. Roupas demais

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Cada vez mais consciente do impacto que as lojas fast-fashion provocam em seu bolso e também no mundo, a nova geração de mulheres perdeu hábitos como o de comprar um vestido novo só pra sair. A customização e o aproveitamento total das roupas do armário, mesmo daquelas mais velhinhas ou esquecidas, tem se tornado alternativas cada vez mais praticadas. Logo se percebe que comprar muitas peças de uma vez não é algo tão necessário para sua vida quanto poupar.

Foto: Shutterstock

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