Como frear o consumismo das crianças?

Como frear o consumismo das crianças?

*Post patrocinado pela Caixa Seguradora.

Se você tem filhos pequenos em casa, saiba que 80% do que é consumido pela família tem a influência deles. Pesquisa da Interscience apontou que esse é o percentual de influência que as crianças brasileiras têm dentro de seus lares. Decisões sobre a compra de roupas, carro, eletrônicos, entre outros, são fortemente influenciadas pelos palpites infantis.

A publicidade, por sua vez, conhece bem o potencial que as crianças têm para influenciar o consumo e sabe como aproveitar a oportunidade. No fim das contas, ficamos com o desafio de lidar com esse equilíbrio delicado entre policiar o consumo infantil, pensando no bem das crianças, e enfrentar a interferência publicitária – que encara as crianças como consumidores em formação.

É interessante observar a dinâmica da infância de crianças desta geração com aquelas que nasceram na década de 1980. O principal divisor de águas entre as duas gerações é o imediatismo com o qual convivemos hoje. Temos acesso a tudo com muita facilidade, praticidade. O “tempo real” é cada vez mais uma constante. Sendo assim, as crianças precisam se esforçar mais para lidar com a espera, com a expectativa. Os pais de primeira viagem desta geração enfrentam um desafio maior para ensinar as crianças que o brinquedo que elas tanto desejam não virá de imediato, que é preciso esperar chegar alguma data especial, como Natal e Dia das Crianças.

É diante desse desafio que nos damos conta sobre a importância de prestar mais atenção à educação financeira – principalmente tendo em vista que ela funciona como ferramenta de conscientização das nossas crianças. Além dos limites dados pelos pais, algumas iniciativas também surgem como forma de combate ao consumismo infantil. O Instituto Alana, por exemplo, organiza a feira de troca de brinquedos – iniciativa que permite que as crianças troquem brinquedos em bom estado, em vez de ganharem um novo. Além de aumentar a vida útil dos brinquedos, elas vivem um momento de recreação com outras crianças e são estimuladas a não associarem datas comemorativas com consumo.

Aos pais que desejam aproveitar o Dia das Crianças para que os filhos tenham uma experiência nova, vale a pena buscar uma dessas feiras ou tentar promover a iniciativa com outras crianças – entre os familiares e amigos de escola. Além do aprendizado com uma atividade recreativa, é uma oportunidade de conscientização das crianças.

Quanto menos consumistas elas forem, melhor para a formação como adultos. Incorporar hábitos de consumo consciente e de organização financeira são pilares para que elas aprendam a economizar, dar valor ao dinheiro e a pensar no cuidado com o futuro. Além disso, se os pais demonstram firmeza na hora de impor limites ao consumo ao mesmo tempo em que cuidam do futuro dos filhos – com a abertura de uma previdência privada, por exemplo – a conduta servirá de espelho para eles na fase adulta.

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Foto: IStock

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