Compensa trocar a poupança pelo CDB?

Compensa trocar a poupança pelo CDB?

Sejamos honestas, muita gente acaba aplicando dinheiro na poupança por falta de paciência para estudar outros investimentos, mesmo aqueles que são mais conservadores. Escolher a caderneta de poupança parece ser o caminho mais fácil, não é verdade?

Mas se você já ouviu falar em outras aplicações tão seguras quanto a poupança, provavelmente deve ter ficado curiosa para saber em quais situações compensa mais migrar de uma modalidade para a outra.

O CDB (Certificado de Depósito Interbancário), por exemplo, é um investimento comumente citado, por aqui mesmo já falamos bastante sobre essa forma de aplicação.

compensa trocar poupança pelo CDB?

Regras

As definições da poupança determinam que você tenha um rendimento mensal de 0,5%, além da TR (Taxa Referencial), considerado um rendimento modesto, mas seguro. Em casos em que a taxa básica de juros (Selic) esteja abaixo de 8,5%, a regra muda e você passa a receber 70% da remuneração da taxa básica.

Em um contexto como o que vivemos atualmente, em que a taxa de juros está elevada (10,75%), investir em CDB pode ser mais interessante do que manter o dinheiro na poupança. Quer entender o motivo? Então veja bem, o CDB é um título emitido pelo banco, no qual você concorda em emprestar dinheiro para a instituição por um determinado período.

Neste caso você sai ganhando porque o banco irá lhe devolver o dinheiro com juros. Uma das formas de investir no CDB é apostando em taxas flutuantes. Ou seja, o título fica atrelado a um índice, que normalmente é o CDI. Em linhas gerais, esse índice acompanha praticamente o mesmo patamar da taxa básica de juros do país. Sendo assim, quando mais a Selic sobe, mais interessante fica o investimento.

Outro ponto a ser avaliado antes de definir em qual modalidade aplicar, é o prazo que você pretende manter o dinheiro aplicado. Ao contrário da poupança, em que há isenção de Imposto de Renda no CDB existe a taxação do IR. A regra do investimento é que essa taxa seja regressiva, ou seja, quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menor a aliquota descontada. Sendo assim, o CDB fica mais viável se a sua opção for manter o dinheiro aplicado a longo prazo!

Gostou da dica? Então escreva para nós, nos comentários, suas experiências com investimentos ou dúvidas sobre o tema! 

 

 

 

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Karina Alves

Jornalista e editora de conteúdo do Finanças Femininas. Já trabalhou em jornais impressos, online, rádio e com produção. Tem fascínio pela junção entre economia e psicologia, procura explorar cada vez mais esse universo e busca usar esse aprendizado para ajudar as pessoas a levarem uma vida financeira mais saudável! Contato pelo karina@financasfemininas.com.br

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